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A construção civil é um dos setores que têm crescido consideravelmente no país mas, em contrapartida, também é um dos setores que mais produz resíduos. Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), em vigor desde 2014, são considerados resíduos tudo o que sobra de demolições, reformas, construções e reparos de obra.

O descarte irresponsável desses materiais gera diversos problemas ambientais e até mesmo urbanos, já que quase sempre vão parar nas ruas e terrenos vazios. A partir desse problema, a PNRS sugere algumas prioridades da área como não geração, reutilização, reciclagem e tratamento desses resíduos.

Como exemplo de resíduos da construção civil, podemos citar restos de tijolos, blocos, cerâmicas, telhas, etc. De acordo com a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), número 307 de 2002, existem quatro categorias classificatórias desses resíduos:

  • Classe A - Reutilizáveis

    Resíduos recicláveis e passíveis de reutilização provenientes de construção, reforma, demolição, pavimentação de ruas, etc. 

  • Classe B - Recicláveis

    Resíduos recicláveis formados por plástico, papéis, metais, vidros e madeiras em geral, incluindo gesso.

  • Classe C - Não Recicláveis

    Resíduos para os quais ainda não existem tecnologias ou aplicações economicamente viáveis.

  • Classe D - Perigosos

    Resíduos considerados perigosos provenientes da construção, como tintas, solventes, amianto, óleos, etc.

Moagem de Gesso

O processo de Moagem de Gesso tem como objetivo minimizar o impacto dos resíduos desse material no meio ambiente, bem como possibilitar sua reutilização.

Moagem de Madeira

A Moagem de Madeira  visa a reutilização do resíduo,  categorizado na Classe B, através de um processo com rigoroso controle e monitoramento constante.

Moagem de Sólidos

A Moagem de Sólidos realizada pela Ecoleme visa reciclar e reutilizar o descarte da construção civil, resultando em subprodutos como areia, pedriscos e pedras.